Oportunidade no Varejo: Páscoa de 2012
Empresários dão dicas para aumentar as vendas na Páscoa de 2012 (e 2013, 2014, 2015…)
Fonte: Estadão PME
Empresários dão dicas para aumentar as vendas na Páscoa de 2012 (e 2013, 2014, 2015…)
Fonte: Estadão PME
Pesquisa também avaliou os desafios, as soluções e a gestão de estoques realizada pelas empresas.
Sondagem realizada pela Boucinhas&Campos – única consultoria brasileira com 100% de capital nacional – com os principais players do segmento de Varejo mostra a previsão do mercado para os próximos anos. Para 43% dos respondentes, a expectativa para suas empresas é de crescimento, contando com a ampliação do número de lojas e crescimento de faturamento. Investimentos na cadeia logística, melhorias nos processos para maior controle, aprimoramento em mecanismos de gestão e planejamentos estratégicos seguem, em segundo lugar, apontados por 21% dos entrevistados. “Estes devem acompanhar o crescimento dos próximos anos, seguindo as necessidades de acordo com a realidade de cada empresa”, afirma Celeste Boucinhas, sócia diretora da consultoria.
Os treinamentos aparecem em menor proporção, em terceiro lugar, com 7%. “Apesar de serem mais aplicados, as empresas estão deixando este item em uma ordem menor de prioridade para os investimentos em 2012”, comenta Celeste.
Adequação do processo de inventário, terceirização de inventários e reestruturação dos procedimentos do planejamento estratégico configuraram outras perspectivas para os anos seguintes (29%).
Desafios para o setor -A sondagem também mostrou que a gestão de estoque, a mão de obra e a logística são os principais desafios para o segmento. Os respondentes indicaram que o principal desafio para a gestão e prevenção de perdas está na exatidão do estoque, indicado por 43% dos participantes. “O controle sadio e a medição acurada das diferenças de estoque, com baixo custo, são os itens que aparecem com o maior percentual”, comenta Celeste.
A mão de obra apareceu como a segunda causa mais comentada por 29% dos entrevistados devido à falta de colaboradores qualificados/experientes no ramo, acarretando em contratações insatisfatórias e alto turnover.
Em seguida destaca-se o desafio da gestão de transporte, que influencia diretamente na logística de distribuição, com 21%. O desafio de lidar com a gestão de produtos perecíveis aparece com um percentual menor de 14%.
O valor para adquirir novas tecnologias também é visto como uma dificuldade relevante para 7% dos entrevistados. Outras questões apareceram de forma mais pulverizada como: dificuldades em estruturar de forma eficiente a área de gestão de estoque, evitar perdas derivadas de fraudes e reduzir os dias de estoques por melhorar a rentabilidade.
Soluções -A principal ação, apresentada por 36% dos entrevistados, como resposta aos desafios indicados, é a realização de capacitação e treinamento com os colaboradores. As empresas também vêm investindo na melhoria de seus processos com o objetivo de aumentar o controle, ação de 29% das empresas representadas. A realização de inventários representou 21% das respostas. Investimentos em geral e segmentação com foco em controle sobre determinados produtos aparecem na sequência com 14% das respostas.
Gestão dos inventários -A gestão dos inventários pelas empresas foi outro item apresentada na sondagem. 46% dos respondentes disseram que terceirizam o inventário ou parte dele. Quando questionados de que maneira, 50% comentaram que terceirizam todo o processo, 33% deles somente o inventário anual e 17% o mensal.
“Como solução para garantir informações precisas sobre o estado do estoque, a realização de inventários ganha um caráter estratégico para a gestão e tende a se intensificar para os próximos anos”, afirma Celeste. “Os dados mais significativos apresentados sobre essa questão apontam a importância que a realização dos mesmos tem sobre o reabastecimento das lojas. Apesar dessa significância, existe uma resistência por parte dos entrevistados à terceirização destes serviços. Esse dado pode ser explicado pela estrutura dos estabelecimentos pesquisados, mas também esse serviço necessita ser repensado.”, complementa Celeste.
O levantamento indicou ainda que a maior parte dos entrevistados, 50%, realiza o inventário mensalmente. Já 23% dos inventários são realizados trimestralmente. Para os demais, 15%, ocorrem semanalmente e quadrimestral. Outra modalidade apresentada é a de inventários rotativos, utilizado por 8% da amostra. Os demais casos são específicos, como empresas que estão passando por uma reestruturação ou questões pontuais.
Para mensurar o inventário, 57% das empresas utilizam a avaliação do histórico de perdas para sua avaliação qualitativa. Avaliar o desvio padrão do inventário terceirizado (29%), bem como avaliar o desvio padrão do inventário interno (36%), segue como práticas recorrentes. Apenas 7% utilizam a margem de erro pós-inventário.
Para a grande maioria dos entrevistados, 79%, o inventário é utilizado tanto para parte contábil como para reabastecimento de lojas. Da amostra selecionada, 14% utilizam o inventário apenas para parte contábil.
As estimativas para meta de perdas representam realidades distintas para os participantes da amostra, considerando o tamanho e contexto em que estão inseridos. Das empresas participantes destacam-se as estimativas entre 3% e 2,8% com 22% das empresas. Também segue o mesmo percentual companhias que operam com estimativas de perda entre 1,5% e 1%. 14% trabalham com meta entre 2,5% e 2% e outros 14% entre 1% e 0,5%.
Metade das empresas está próxima a meta de perda, entre 10% a 0% da quebra operacional. 14% dos entrevistados estão entre 30% e 20%. Um dos participantes informou que até o momento seu índice está abaixo da meta prevista.
A sondagem -O levantamento considerou como amostra os 20 maiores players do setor de Varejo.
Perfil – Boucinhas&Campos foi fundada em 1947 pelos professores José da Costa Boucinhas e Eduardo Sampaio Campos e transformou-se em um dos maiores nomes em gestão empresarial do mercado brasileiro. A companhia reúne cerca de 400 funcionários e atende clientes, entre empresas privadas e públicas, dos mais diversos segmentos. Oferece ao mercado três principais linhas de soluções: auditoria, consultoria e soluções para o varejo.
Única consultoria brasileira com 100% de capital nacional, atualmente é dirigida pela segunda geração da família, Luiz Carlos Boucinhas e José Fernando Boucinhas, estando à frente dos negócios Celeste Boucinhas, terceira geração e neta mais nova do fundador. Celeste tem 33 anos, é formada em Relações Públicas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e com MBA pela University of Pittsburgh e participou também de cursos executivos na escola de negócios de Harvard. Possui 12 anos de experiência no ramo de prestação de serviços e consultoria pela empresa Boucinhas & Campos, atuando no atendimento a diversos clientes e na condução de projetos complexos.
Fonte: http://www.boucinhas.com
O comércio se mantém otimista por conta da queda da SELIC, que deve facilitar o consumo!
A expectativa para o crescimento do varejo em 2012 é otimista, segundo a FCDLESP (Federação de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo). Tudo porque o crescimento pode chegar a 6%, de acordo com Mauricio Stainoff, presidente da entidade. “A queda da SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) tem animado o setor e isso deve facilitar o consumo e o crediário, assim como alavancar as vendas”.
Ainda de acordo com Stainoff, a estratégia do governo em baixar os juros e diminuir os impostos para estimular a produção nacional, assim como foi feito com a queda do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), deve dar fomento para o comércio.
No paralelo, a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) também aproveita para comemorar mais uma redução da taxa básica de juros e avalia que o ciclo de quedas da Selic abre espaço para a retomada do consumo interno mais forte e, por consequência, a recuperação do varejo brasileiro.
Para Fábio Kanczuk, economista e professor do departamento de economia da USP, o varejo nos últimos dois trimestres de 2011 foi ruim, ainda que isso não tenha sido percebido em São Paulo. “O clima de crise mundial piorou e o aperto monetário também assustou”, esclarece.
Já para 2012 Kanczuk afirma que a situação é mais otimista. “O Banco Central reverteu o aperto nos juros e começou a soltar crédito, isso será importante neste começo de ano. A economia ainda está andando devagar, com o crescimento próximo de zero, mas acredito que ela possa crescer cerca de 4%, podendo chegar a 7%, no 2º semestre deste ano”, conclui.
ABC Paulista
Considerado uma continuidade da cidade de São Paulo, o varejo da região do ABC Paulista, representada pelas cidades de São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Santo André e Diadema, somam juntas 2,5 milhões de habitantes, e preveem o crescimento de 7%. “A previsão é a mesma do ano anterior, entre 6% e 7%, ou seja, estável”, explica Evandro de Lima, vice-presidente regional da FCDLESP para o ABC.
Para Lima, o Brasil vem crescendo continuamente nos últimos anos e a nova classe média tem mantido o consumo. “Os setores de comunicação e informática têm puxado o crescimento, seguido por móveis e materiais de construção. Se o governo mantiver a redução do IPI, os eletrodomésticos também podem ajudar neste aumento”, afirma.
O varejo do interior paulista
Já a expectativa de crescimento do varejo no interior paulista permanecerá estável, segundo informações das CDLs (Câmaras de Dirigentes Lojistas) locais. Para Pedro José Olivito Lancha, presidente da CDL de Franca, o Brasil está em um bom momento para o consumo, mas o crescimento na região deve ficar entre 4% e 5%. “A tendência é melhorar um pouco, mas não muito devido à desaceleração da economia. Será um bom ano, mas sem grandes euforias. O cenário de crescimento de 10% que a região teve em 2011 não será o mesmo para 2012”, opina.
Na região de Botucatu, a União ACE/CDL tem organizado visitas aos lojistas para aplicar uma pesquisa, com intenções de constatar quais as principais necessidades e reivindicações dos mesmos e, diante disso, como as entidades podem contribuir para o desenvolvimento mais efetivo do setor. Para Emílio Angella Neto, presidente da União ACE/CDL, a medida tem dado resultados positivos. “Tivemos um bom crescimento do varejo em nossa cidade, com a chegada de novas lojas de rede e abertura de outros empreendimentos”.
De acordo com a Secretaria de Comércio e Serviços de Botucatu, o setor hoje é responsável por 55,57% dos empregos no município. “Somado indústria, agricultura e construção civil, entre 2009 e 2011 foram criados quase cinco mil novos postos de trabalho na cidade. E para o fim de 2013 está prevista a inauguração do primeiro shopping de Botucatu. Isso também acaba estimulando desde o pequeno até os grandes lojistas a melhorarem seus negócios”, conclui Neto.
Renda, emprego e crédito ajudaram na alta do consumo em 2011
Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as despesas de consumo das famílias brasileiras registraram aumento, pelo oitavo ano consecutivo.
No ano passado, o crescimento do setor foi de 4,1%, resultado 1,4 ponto percentual maior do que o registrado pelo PIB, que ficou em 2,7%.
Na opinião do presidente do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), Fernando de Castro, o varejo teve papel fundamental no crescimento do PIB em 2011, já que expandiu sua rede de atendimento para viabilizar a incorporação da nova classe média emergente ao mercado de consumo.
De acordo com ele, a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os eletrodomésticos de linha branca, por exemplo, contribuiu para o aumento do consumo no país no ano passado; sendo que, caso a medida seja mantida, poderá levar a um crescimento maior no setor este ano também. “As redes varejistas conseguiram reduzir os preços dos produtos, levando a estes consumidores os bens que tanto aspiravam, e também desenvolver e criar novos produtos, adaptados ao gosto deste público”.
Fonte: Mercado & Consumo – Gouvêa de Souza
Consumidor diz o que agrada e o que irrita no marketing
De acordo com novo relatório da Pitney Bowes Software, consumidores pesquisados na França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, indicaram as atividades de marketing que mais os aproxima da marca e as que atuam como um repelente.
Os consumidores são claros sobre o que querem de suas interações de negócios, e muitas das iniciativas e técnicas que estão sendo adotadas simplesmente não têm o efeito pretendido. Pior que isso, comunicações inadequadas, muitas vezes diminuem a opção pela marca por potenciais clientes e clientes alvo, que acabam optando por uma marca concorrente.
Pesquisas de satisfação do cliente são percebidas como perfeitamente aceitável para 75% dos pesquisados. Isso apresenta uma verdadeira oportunidade para as marcas conhecerem seus clientes. Com o discernimento aprendido, as empresas podem então, criar uma personalização ou uma experiência com base nas preferências de cada consumidor, uma prática muito aceitável para a maioria dos consumidores pesquisados.
Identificando com mais precisão as preocupações e os desejos do cliente, as empresas reduzem bastante o número de comunicações fora do alvo e também salvam investimentos em marketing substanciais.
A tendência crescente de personalizar mensagens está trabalhando a favor das marcas. Em web sites, 59% dos consumidores entrevistados dizem que apreciam personalização tais como “Bem vinda, Claudia”. Para sites transacionais, especialmente onde compras estão sendo feitas, pode ser reconfortante para a Claudia saber que o site reconhece os detalhes da sua conta e tem um registro de suas interações.
Por outro lado, os consumidores apontam claramente para muitas ações irritantes. Estes esforços de sensibilização são destinados a serem convidativos, mas em vez disso, são irritantes para a maioria dos consumidores.
Por exemplo, entre os negativos estão pedidos aos clientes para oferecer suporte para uma empresa fazer caridade ou preocupações éticas (84%); envio de ofertas de terceiros (83%) e incentivar a interação com outros consumidores através de uma comunidade online (81%).
O que fazer e o que não fazer para interagir com clientes:
· Personalização
Incrementar o nível de personalização na Web (59% positivo);
Não deixar que seus atendentes de SAC fiquem muito amigos pelo telefone (70% negativo).
· Pedir para o cliente agir
Realizar feedback de pesquisas com clientes regularmente (75% positive);
Não convidar os consumidores para criar sua própria home page (69% negativo).
· Frequência
Fazer uma oferta especial a cada mês e enviar pelos Correios (74% positivo);
Não enviar e-mails semanalmente (89% negativo).
· Convidar para uma causa
Manter fóruns de clientes com os esforços do serviço de atendimento ao cliente, e não do marketing (81% positivo);
Não peça ao cliente para apoiar ações de caridade da empresa (84% negativo).
“Este estudo confirma que as empresas devem ouvir os consumidores antes do envio de suas comunicações,” diz Ronaldo Oliveira, diretor da Pitney Bowes Software Brasil.
“Cada interação deve honrar os interesses do cliente em primeiro lugar, só então será uma oferta ou um plano de ação aceitável para os consumidores. Cada conversação entre uma marca e um cliente é uma oportunidade de encantar ou de decepcionar. Estamos todos aprendendo a fazer mais do primeiro e menos do último.”
Fonte: Canal Executivo – UOL
Vendas do varejo sobem 6,7% em 2011, diz IBGE
As vendas do comércio varejista restrito subiram 0,3% em dezembro ante novembro do ano passado, na série com ajuste sazonal, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com dezembro de 2010, as vendas do varejo restrito tiveram alta de 6,7% em dezembro de 2011. Nesse confronto, as projeções variavam de 4,70% a 7,50%, com mediana de 6,25%. Isso conduziu a um aumento de 6,7% nas vendas do comércio varejista restrito em 2011.
O desempenho anual ficou no teto do intervalo das projeções (6,50% a 6,70%), com mediana de 6,60%. Em 2010, as vendas no varejo restrito haviam registrado recorde de alta, com aumento de 10,9%.
O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista subiu 0,5% no trimestre encerrado em dezembro ante o terminado em novembro. O volume de vendas do varejo ampliado – que inclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e material de construção – registrou alta de 1,6% em dezembro contra novembro.
Fonte: Zero Hora – ClicRBS
Crescimento do uso das Sacolas Retornáveis e Aumento do Furto no Varejo. Simples Coincidência?
Por Carlos Eduardo Santos
Tenho constatado um crescimento significativo no uso das sacolas retornáveis por parte dos clientes em todo o Brasil, principalmente no interior dos supermercados.
Essa atitude por parte dos clientes alem de seu cunho sustentável, também tem um aspecto legal, pois em algumas cidades como Belo Horizonte e São Paulo, a proibição da utilização das sacolas plásticas em supermercados, foi determinada por força de lei específica.
Em estudo realizado em alguns supermercados da região central de São Paulo e principalmente em Belo Horizonte cuja proibição ocorreu em abril 2011, sobre o comportamento do consumidor após a proibição do uso das sacolas de plástico, foi possível evidenciar que a sacola retornável esta sendo utilizada como mais um acessório, principalmente dos clientes de sexo feminino, se tornando uma peça fundamental para a realização de suas compras.
Uma pergunta para reflexão: O crescimento dos furtos que vem sendo percebido pelos varejistas, tem alguma relação com a utilização das sacolas retornáveis?
Não quero absolutamente, entrar no mérito da questão sustentável, que vem amplamente sendo debatida em todas as esferas, minha opinião com relação à proibição do uso das sacolas plásticas, não será apresentada nesse artigo.
Porém, analisando esse novo comportamento do consumidor, apenas sob a ótica do Risco do varejista, o fato dos clientes portarem sacolas retornáveis durante suas compras, pode ser uma “oportunidade” para os furtantes, uma vez que, o principal meio utilizado para o crime de furto na área de vendas das lojas, é o empregado através da ocultação de produtos em sacolas.
Esses furtantes se “misturam” entre os clientes, aproveitando-se da fragilidade no processo de Segurança do varejista e muitas vezes, agem em quadrilhas furtando grandes quantidades e gerando perdas significativas para o varejista.
Diante dessa realidade, o varejista se depara com algumas alternativas de soluções preventivas para a mitigação do risco do furto:
1) Lacração das Sacolas
Dispositivo que é colocado na porta das lojas para a lacração de sacolas dos clientes.
Tem sua eficiência discutida, quando a loja possui muitas portas, ficando difícil a cobertura em todos os vãos.
A permissão de sua utilização também é bastante discutida. No Rio Janeiro, uma Lei Estadual afastou a possibilidade de utilização dessas lacradoras alegando ser uma prática preconceituosa, pois muitas vezes existe o critério subjetivo do segurança em escolher os clientes para o uso dessa ferramenta.
2) Guarda Volumes
Local utilizado para guarda de pertences pessoais dos clientes, principalmente sacolas.
Foi um procedimento muito utilizado, porém hoje é pouco executado em razão dos riscos pela guarda provisória dos pertences pessoais dos clientes.
Segundo a legislação, quando o varejista mantém a posse dos pertences dos clientes, enquanto estes realizam suas compras, ele se torna um fiel depositário, sendo o responsável pela integridade desses bens.
Ao longo do tempo, falhas no processo, fraudes e simulações de furto, passaram a gerar a obrigação de indenização do varejista ao cliente.
Por exemplo, um cliente que ao recuperar seus pertences que estava em posse de uma loja observa a falta de um produto. O Ônus da prova cabe ao lojista, sendo responsável em provar a sua isenção de responsabilidade no caso.
Em razão de indenizações pagas, custo da operação e riscos inerentes, essa prática vem sendo descartada.
3) Aumento do efetivo de Seguranças ou Agentes de Prevenção de Perdas
A receita parece simples. Aumentou o furto, contrate mais seguranças!
Sabemos que essa formula muitas vezes pode funcionar como não, pois a variável perda é um dos fatores para dimensionamento da estrutura necessária. Também deve ser levado em consideração à localização da loja, metragem, número de portas, público, etc.
Outro ponto importante, diz respeito ao aumento do custo operacional. A decisão pela contratação deve levar em conta a relação custo x benefício, isto é, a redução da perda deve ser maior que o aumento gerado pela contratação dos seguranças.
4) Treinamento
O treinamento é uma das principais práticas de prevenção de perdas. O grande desafio é conseguir disseminar a cultura dentro de uma empresa e o treinamento, é uma das formas para o alcance desse objetivo.
Prevenção de Perdas é responsabilidade de todos! Recomenda-se que a abordagem preventiva (realizada no interior da loja com objetivo de inibição do furto) seja realizada por qualquer funcionário, através de um atendimento assistido. Essa ação quando muito bem treinada, pode evitar a consumação de um furto e principalmente, reduz a possibilidade de ações cíveis para reparação de Danos Morais.
5) Utilização de Etiquetas Eletrônicas nos produtos
Também conhecida como VEM (Vigilância Eletrônica de Mercadorias) é uma das formas mais eficientes para a prevenção de perdas contra furtos. A solução é composta por etiquetas do tipo “label” para aplicação em produtos de alto risco e do tipo rígida, para aplicação em roupas, garrafas de bebidas, eletroeletrônicos, etc.
Números do mercado apontam que investimentos em Antenas, podem reduzir as perdas em mais de 40% (quarenta por cento), pois além de agir de forma direta para a redução das perdas por furto, também exerce certa influência na redução de outras perdas, por contribuir na formação de um ambiente de controle na loja
6) Utilização de CFTV (Circuito Fechado de Televisão)
Solução utilizada em praticamente todos os grandes e médios varejistas. Pois além de contribuir de forma direta com a redução por furtos nas lojas, também é utilizada como ferramenta preventiva para solução de eventos, crises e para defesa em ações judiciais, além de importante papel para a gestão operacional da loja.
O CFTV, quando bem utilizado, é um importante instrumento para identificação de situações suspeitas de furtos ou ocultação de produtos da loja nos pertences pessoais dos “clientes”. Quando os Processos de Prevenção de Perdas são bem implementados e o plano de treinamento é cumprido na íntegra, esses fatores maximizam a eficiência de uma solução de CFTV.
Não posso concluir que o crescimento dos furtos está ocorrendo única e exclusivamente pelo aumento do uso das sacolas retornáveis, porém acredito que essa prática junto com os fatores externos já conhecidos (desemprego, atratividade, oportunismo, etc) tem impacto direto na exposição desse risco e como bons gestores, o nosso papel é de mitigar!!!
Boa Prevenção!!!
De acordo com o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), a expectativa é que as vendas de fevereiro cresçam 5,3%, e as de março, 6%
O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente com os associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), aponta alta de 6,5% nas vendas de janeiro de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que o volume de vendas em fevereiro e março cresça 5,3% e 6%, respectivamente, sobre os mesmos meses de 2011.
A exemplo da maioria das sondagens realizadas ao longo de 2011 e dos resultados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), o segmento de bens não-duráveis, como supermercados, hipermercados, farmácias, drogarias, perfumarias e alimentação fora do lar, projeta crescimento mais tímido em relação à medição anterior. A estimativa de crescimento é de 6% em janeiro, 4,5% em fevereiro e 4,3% em março. Historicamente, os não-duráveis têm o maior peso nas medições do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e contribuem com cerca de 40% no índice da PMC.
O segmento de bens semiduráveis, como vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, sinaliza uma perspectiva mais otimista em relação ao que foi apontado na sondagem passada, e prevê aumento de vendas de 4,7% em janeiro, 4,2% em fevereiro e 5,8% em março.
As vendas dos supermercados tiveram aumento de 3,71% em 2011 frente 2010, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Somente no mês de dezembro, a alta real nas vendas foi de 1,54% em relação ao mesmo período do ano passado. O presidente da entidade, Sussumu Honda, se mostra otimista com os números.
“Já são cinco anos consecutivos com resultados positivos”, disse.
Honda espera que a crise internacional continue não atingindo as vendas do setor. “O mercado interno brasileiro está cada vez mais sólido. Esperamos que 2012 mantenha essa tendência”, acrescenta.
Fonte: Brasil Econômico
O mercado de shopping centers passa por um período de crescimento. Segundo informou a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), do total de 430 empreendimentos no País, 55% preveem ampliações nos
próximos dois anos, sendo que 25% do total já iniciaram as obras de expansão. A entidade também informou que estão previstas 43 inaugurações de shopping centers neste ano e outras 31 em 2013.
Com isso, o País deve chegar a 504 empreendimentos até o fim do ano que vem. “Houve um certo represamento dos investimentos em 2009, ano de crise internacional, com o adiamento de expansões e inaugurações”, explicou Luiz Fernando Viega, presidente da Abrasce.
Das 43 inaugurações previstas para 2012, 29 ocorrerão fora das capitais. Atualmente, as cidades com população entre 100 mil e 500 mil habitantes já respondem por quase metade do total de novos empreendimentos. “Após a consolidação nas capitais, o movimento natural é a expansão para o interior”, disse Viega.
O presidente da entidade também disse hoje que o mercado brasileiro ainda tem espaço para maior participação de capital estrangeiro e a realização de consolidações. “O maior grupo de shopping centers do mundo, o Simon, ainda não está no Brasil, mas tenho certeza de que ele já está namorando o nosso mercado”, observou.
Viega também lembrou que o investimento estrangeiro, junto com os processos de abertura de capital (IPOs, na sigla em inglês), foi o grande responsável pelo crescimento da indústria de shopping centers nos últimos anos. “As empresas conseguiram se capitalizar numa época em que era difícil conseguir financiamento, por isso estão mostrando vigor no crescimento”, disse.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Duas das maiores empresas americanas de franquia de limpeza comercial apostam no mercado brasileiro para crescer nos próximos anos. A Jan-Pro, que desembarcou no país em junho do ano passado, espera ter dois mil franqueados no Brasil até 2014. A Jani-King, que chegou ao Brasil no início dos anos 90, planeja crescer 30% ao ano nos próximos cinco anos.
Fonte: Valor Econômico
O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente com os associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), aponta alta de 6,5% nas vendas de janeiro de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que o volume de vendas em fevereiro e março cresça 5,3% e 6%, respectivamente, sobre os mesmos meses de 2011.
A exemplo da maioria das sondagens realizadas ao longo de 2011 e dos resultados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), o segmento de bens não-duráveis, como supermercados, hipermercados, farmácias, drogarias, perfumarias e alimentação fora do lar, projeta crescimento mais tímido em relação à medição anterior. A estimativa de crescimento é de 6% em janeiro, 4,5% em fevereiro e 4,3% em março. Historicamente, os não-duráveis têm o maior peso nas medições do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e contribuem com cerca de 40% no índice da PMC.
O segmento de bens semiduráveis, como vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, sinaliza uma perspectiva mais otimista em relação ao que foi apontado na sondagem passada, e prevê aumento de vendas de 4,7% em janeiro, 4,2% em fevereiro e 5,8% em março.
O varejo de bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e material de construção, praticamente manteve suas projeções e aponta perspectivas positivas em comparação aos outros segmentos, com taxas de crescimento de 8,8% em janeiro, 7,7% em fevereiro e 9,5% em março.
Fonte: empreendedor.com.br