Fim do emissor gratuito de NF-e

18, maio, 2016 Sem comentários

Fim do emissor gratuito de NF-e

Em abril foi anunciado a descontinuação do emissor gratuito de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), fornecido pela Secretaria da Fazenda de São Paulo para contribuintes de todos os estados do Brasil.

A notícia, porém, não anunciava a verdadeira amplitude da situação: O emissor de CT-e não será o único a acabar. Segundo o site oficial da SEFAZ-SP os emissores gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) serão descontinuados a partir de 1º de Janeiro de 2017. 

Além disso o contribuinte não perderá apenas as atualizações: será impossível realizar até mesmo o download do emissor.

Segue na íntegra a notícia no portal da SEFAZ-SP.

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informa que a partir de janeiro de 2017 os aplicativos gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica ( NF-e ) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico ( CT-e ) serão descontinuados.

Com a gradual adesão das empresas aos sistemas de documentos eletrônicos, o Fisco Paulista verificou que a maioria dos contribuintes deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos.  No mercado há muitas opções de emissores, alguns deles com uma versão básica gratuita.

Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios.

Os contribuintes que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.

Com essa notícia todos estes contribuintes, precisarão de uma solução para continuar atendendo suas obrigações fiscais.

Com a solução para emissão da NFe, junto com uma solução integrada de gestão para seu negócio, a Megasul possui o sistema ideal para lhe atender, sem limite de emissão de notas fiscais.

Entre em contato com nossa equipe comercial, para conhecer nossa oferta.

Telefones:  55 (47) 2111 6600 / (11) 3522-7780 / (31) 4063-7780 / (54) 4062-9397

 

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Crédito ICMS para equipamentos SAT – SP

21, outubro, 2015 Sem comentários

Crédito de ICMS para aquisição do equipamento SAT

Informamos que o Governador do estado de São Paulo, na data de 30/09/2015, publicou o Decreto 61.521/2015, onde possibilita a apropriação, integral do montante referente ao crédito do ICMS relativo à aquisição do equipamento SAT (Sistema de Autenticação e Transmissão), que substituiu as ECF´s.

Esta condição se aplica ao adquirente do equipamento SAT, realizado até a data de 26/02/16, onde visa incentivar os estabelecimentos cuja atividade principal esteja enquadrada nos códigos CNAE (Classificação de Atividades Econômicas), onde geralmente operam com um grande número de Pontos de Venda/Caixas, na substituição de seus equipamentos ECF por equipamentos SAT, tendo em vista o disposto no artigo 27 da Portaria CAT 147, de 5 de novembro de 2012:

4711-3/01 – Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados;

4711-3/02 – Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – supermercados;

4712-1/00 – Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns.

F.: DOE SP  de 30/09/2015, Seção I p. 3

 

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Pense grande, sempre!

10, setembro, 2015 Sem comentários

Não importa o tamanho do seu negócio, a diferença entre começar pequeno e começar grande pode estar em apenas um detalhe: o valor que você dá a sua marca.

Se você abriu sua empresa sem pensar em sua marca, abriu apenas pensando na atividade em si, então não leia as palavras a seguir. Dedique-se a criar sua marca. Dedique-se a pensar fora da caixa. Não existe uma só loja que tenha se tornado forte sem possuir uma marca forte. Para se ter uma idéia, há empresas onde a marca é o ativo mais valioso da empresa em si, como Coca-cola, Nike, entre outras. E hoje há marcas no mercado como Uber, Airbnb ou mesmo Alibaba que não tem nem mesmo (ou muito poucos) ativos!

Afinal, onde estão os taxis da Uber ou os hotéis da Airbnb?

O início de todo negócio, na minha opinião, está no entendimento de seu mercado. É seu mercado que define seu conteúdo, é seu mercado que irá criar e fortalecer sua marca.

Feito isso, também acredito que existe ainda muita empresa que ainda sofre do tal complexo de vira-lata. Acha que nada é para ela, que ela é sempre muito pequena, que ainda não é o momento e coisa e tal. Empreendedores tem que entender que empreendedorismo e ousadia caminham lado a lado. Quem você quer ser? Uma empresa no mercado, ou uma empresa de destaque em seu mercado? Não dá para se destacar do todo se pensar como o todo.

Eu ainda vejo empresas que erram até em questões simples como a comunicação com seu cliente.

No varejo, por exemplo, é fácil encontrar uma situação onde não haja nenhum padrão na maneira de escrever, na maneira de comunicar, no tipo de papel ou splash que se usa para divulgar, nem ao menos nas cores que se utiliza!

Em tempos onde todo mundo tem computador e impressora, há empresas ainda que utilizam de papel sulfite e caneta esferográfica para comunicar uma oferta….na maioria das vezes o resultado é desastroso. Tanto para as vendas, quanto para a construção de sua imagem.

Quem você quer ser? Quem você quer ser ao seu cliente?

Pense em qualquer marca de sucesso do mercado. Qualquer uma. Qualquer uma que venha a sua memória nesse momento. Em nenhum momento da história do empreendedorismo uma marca de sucesso pensou pequeno em seu início. Algumas marcas talvez tentaram e não conseguiram chegar lá, afinal uma boa dose de sorte também faz parte da história, como estar no momento certo e no lugar certo e com a oportunidade certa em mãos, mas de fato, todas trabalharam arduamente para inovar, criar, ser diferente, se destacar das demais marcas do mercado. Afinal de contas, o único lugar que sorte vem antes de trabalho é no dicionário.

Pense nisso, pense grande, sempre.

Pense grande e opte pelas soluções de gestão da Megasul Sistemas. Com elas, sua empresa estará pronta para todos os desafios, mantendo o crescimento e aumentando os lucros sempre! Entre em contato e conheça tudo o que a Megasul tem para oferecer a você!

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Fonte: Falando de varejo

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PL que obriga farmacêuticos nas farmácias do SUS é aprovado

3, setembro, 2015 Sem comentários

Farmacêuticos de todo o país e representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF) comemoraram, no dia 1º de julho, uma conquista para a profissão e para a sociedade brasileira: a aprovação do Projeto de Lei 4135/2012, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. De autoria da Senadora Vanessa Grazziotin, o PL altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, determinando ser obrigatória em farmácias, drogarias ou dispensários de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), a assistência de farmacêuticos responsáveis técnicos habilitados e inscritos no respectivo conselho regional de Farmácia.

A proposta tramita em regime de prioridade e em caráter conclusivo (que dispensa a deliberação do Plenário). Para ir à sanção presidencial, depende, apenas, da aprovação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. “A aprovação deste projeto de lei em mais uma etapa de sua tramitação representa uma vitória para os farmacêuticos, que têm sua importância reconhecida, e para os cidadãos que dependem da saúde pública, pois eles receberão um atendimento de melhor qualidade”, comemorou o presidente do CFF, Walter Jorge João.

A votação na CFT foi acompanhada pela Diretoria do Conselho Federal de Farmácia (CFF) – Walter Jorge João, presidente; Valmir de Santi, vice-presidente; José Vílmore da Silva Lopes Júnior, secretário-geral; e João Samuel Meira, tesoureiro -, pelos membros da Comissão Parlamentar do conselho, por conselheiros federais, por representantes dos conselhos regionais de Farmácia, e por lideranças das demais entidades ligadas à profissão. A deputada Alice Portugal, mesmo não sendo membro da CFT, fez questão de acompanhar a votação, mantendo sua postura de apoio à Farmácia.

Tramitação – No dia 20 de março de 2013, o PL foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Seguridade Social e Família, com relatório favorável do deputado federal Jorge Silva (PDT/ES). Voltou para a pauta na CFT, na última quarta-feira, 20 de maio, quando o relator do projeto na CFT da Câmara, deputado Junior Marreca (PEN-MA) apresentou parecer no qual afastou a preocupação da CFT de que a proposta poderia ser onerosa para governo. A votação ocorreria no dia 27 de maio, mas foi adiada em razão da Marcha dos Prefeitos, que mobilizou os deputados da Comissão. Novo adiamento ocorreu no dia 9 de junho.

De acordo com Gilcilene Chaer, membro da Comissão Parlamentar do CFF, a expectativa da categoria é de que o texto seja aprovado também Comissão de Constituição e Justiça, indo à sanção presidencial. “Está claro que, sendo transformada em lei, essa matéria trará benefícios para toda a sociedade. O profissional que presta assistência farmacêutica contribuirá para otimizar a compra de medicamentos, promover o uso racional e prevenir interações medicamentosas. Isso, gerará uma economia aos cofres públicos”, acredita.

Por que é importante a aprovação do Projeto de Lei 4135/2012?

A importância da presença do farmacêutico nas unidades públicas de saúde é inegável, conforme demonstram dados levantados pela Comissão Parlamentar do CFF com base em informações do Ministério da Saúde. De acordo com o levantamento feito pela Comissão Parlamentar, 90,3% dos municípios apresentaram problemas na gestão de recursos ou serviços de assistência farmacêutica. Em 71% dos municípios brasileiros foi constatada falta de controle ou deficiência de estoque. Condições inadequadas de armazenamento foram observadas em 39%, e a falta de medicamentos, detectada em 24%.

O farmacêutico é importante também para garantir uma assistência de qualidade ao usuário do SUS, pois 28% de todos os atendimentos de emergência estão relacionados ao mau uso de medicamentos e, desses, 70% correspondem a situações evitáveis, enquanto 24% deles resultam em internação hospitalar. Em pronto atendimento hospitalar, foi encontrada prevalência de 31,6% a 38,2% de consultas de urgência ligadas a medicamentos.

Entre os diversos problemas que poderão ser minimizados com a presença obrigatória do farmacêutico nas unidades de saúde pública está, também, a judicialização da assistência farmacêutica, um verdadeiro câncer nas contas dos governos municipais, estaduais e federal.
É o que demonstra a experiência do estado do Rio Grande do Sul. Essa unidade da federação concentra mais da metade de todas as ações judiciais envolvendo medicamentos no Brasil e tem encontrado, no conhecimento técnico e no trabalho dos farmacêuticos, importantes aliados contra o problema. E o que é melhor, sem prejudicar o bom atendimento à população. O número de processos sofreu uma redução de 15% a partir da inserção de um farmacêutico nos quadros da Defensoria Pública, por meio de um termo de cooperação técnica do órgão com o Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF-RS).

O profissional atende aos usuários que buscam apoio em processos judiciais e, com o acesso ao sistema de gerenciamento de medicamentos do estado, consegue checar se o medicamento que o usuário reivindica judicialmente já não está disponível na rede pública. Também há casos em que o medicamento prescrito, de referência, não está disponível na rede, mas o seu genérico é disponibilizado aos usuários, o que viabiliza a substituição sem qualquer custo adicional aos entes federativos. O farmacêutico atua ainda no sentido de informar aos médicos sobre os medicamentos genéricos disponíveis, estimulando a prescrição mais viável para o sistema e efetiva para o usuário.

Mesmo assim, durante o ano passado, o estado do Rio Grande do Sul (RS) gastou 81% do seu orçamento destinado à aquisição de medicamentos para atender demandas pela via judicial. O que sobrou, 19% apenas, ficou para suprir as farmácias públicas do estado. O custo ainda está alto. “É preciso reconhecer que o farmacêutico é essencial nas farmácias e dispensários. A atuação do farmacêutico envolve a gestão de medicamentos em todas as etapas da cadeia produtiva; a conservação e o controle de qualidade; a segurança e a eficácia terapêutica; o acompanhamento e a avaliação da utilização; além da educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade, para assegurar o uso racional”, reforça o presidente do CFF, Walter Jorge João.

Ao aprovar o projeto, o governo dá uma ótima notícia para o setor farmacêutico do Brasil. A outra boa notícia fica por conta da Megasul, que oferece as melhores soluções em gestão para que a sua farmácia cresça, fidelize seus clientes e lucre cada vez mais.

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Fonte: CCF

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Como incluir a Black Friday no calendário promocional

27, agosto, 2015 Sem comentários

A cada ano mais supermercados brasileiros aderem à data, que nasceu no varejo norte-americano, onde é um grande sucesso. Saiba como implantá-la corretamente em sua loja para elevar vendas.

Nos últimos anos, algumas redes de supermercado já têm participado da famosa Black Friday, que acontece no final de novembro. Em 2014, o Walmart, por exemplo, ofereceu descontos entre 40% e 70% em bebidas, higiene e beleza, além dos produtos eletrônicos. No Pão de Açúcar, os produtos mais vendidos durante a ação foram bacalhau e uísque, além de cervejas importadas, vinhos, filé mignon e queijos nobres.

A data, que faz bastante sucesso nos Estados Unidos, é mais conhecida por oferecer grandes descontos em eletrodomésticos e eletrônicos, mas pode ser uma estratégia interessante para os supermercados ampliarem suas vendas e conquistarem novos clientes.

Para Marcelo Minutti, professor de empreendedorismo e inovação em marketing digital do Ibmec/DF, a data é importante principalmente por preceder as compras de Natal. “Realizar uma ação durante a Black Friday pode ser uma forma de fazer o consumidor antecipar a compra de itens como cestas e alimentos típicos das festas de final de ano”, explica. Entre esses produtos, estão panetone, bacalhau, castanhas e importados. “Nos últimos anos, a Black Friday tem sido uma ação crescente no varejo. Vemos que ela ajuda na construção de marca”, afirma. O professor sugere ao supermercadista trabalhar com soluções de consumo, como itens para churrasco, entre outros. Também é possível incluir produtos que estão com estoque alto na loja. Os itens relacionados às viagens de final de ano, como cadeiras de praia, guarda-sóis, protetores solares e bebidas comemorativas também podem ser incluídos.

Apesar de ser mais difundida no comércio eletrônico, a data pode ser uma boa oportunidade para as lojas físicas. “Como os supermercados brasileiros ainda têm uma participação pequena no e-commerce, os varejistas podem vender produtos a preços atrativos para atrair o consumidor até a loja naquele dia específico”, explica Pedro Guasti, relações institucionais do Buscapé Company. Para ele, é importante para o supermercadista “pegar carona em uma data que está consolidando sua importância no varejo brasileiro”. “Se o supermercadista conseguir uma boa margem de negociação com os fornecedores, ele pode incluir qualquer tipo de produto na ação”, comenta. Para ele, é interessante trabalhar com categorias que o cliente possa comprar em grandes volumes (como óleos e fraldas) e, assim, identificar claramente a vantagem da promoção.

Novas experimentações

Participar da Black Friday também é interessante para atrair novos clientes. Em um primeiro momento, o consumidor pode visitar a loja por causa da ação e, a partir dela, lembrar do estabelecimento em outros períodos. A Black Friday também ajuda a incentivar o público a experimentar. “Nos Estados Unidos, a ação serve basicamente para renovar os estoques das lojas. Como isso não se aplica ao varejo alimentar, o supermercadista pode usar a data para gerar experimentações de categorias que o consumidor não tem o hábito de consumir”, explica Jorge Inafuco, diretor associado da PwC e especialista em varejo em consumo. “É possível incluir na ação produtos como cervejas premium, destilados e outros itens com alto valor agregado”.

Cuidados a serem tomados

O supermercadista deve ficar atento a algumas questões antes de participar da Black Friday. “É preciso ter certeza de que a oferta é atrativa, senão a loja pode sair prejudicada em relação aos concorrentes”, explica Minutti, do Ibmec. As falsas ofertas também devem ser evitadas. “A Black Friday é conhecida por oferecer grandes descontos, de 30%, 40%, 50% ou mais”, afirma o professor.

Outro cuidado é não passar a impressão de que a oferta não é atraente. Isso, com a rápida disseminação de informações através das redes sociais, pode gerar danos graves ao nome da rede.

O varejista também deve se atentar aos estoques. Se não tiver o produto anunciado para vender, a loja pode ter sua reputação prejudicada. “O supermercado não pode frustrar o consumidor”, afirma Guasti.

Participar da Black Friday pode ser interessante para ampliar as vendas, sobretudo num ano de cenário econômico ruim como 2015. Mas é preciso planejar adequadamente as promoções: das compras à exposição nas lojas.

Com as soluções da Megasul, seu Supermercado estará apto a controlar os estoques, garantindo que não faltem os produtos anunciados. E você também pode programar as promoções no sistema, facilitando o processo de vendas no dia da Black Friday. Com a simulação de rentabilidade, será possível verificar o impacto das promoções nas margens, garantindo os melhores preços para os clientes e mantendo o lucro!

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Fonte: SM

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Você utiliza um sistema ótico?

25, agosto, 2015 Sem comentários

Já foi o tempo onde o cliente era fiel e comprava sempre na mesma loja, seguindo a tradição de geração em geração. Hoje, o cliente quer atendimento rápido, produtos de qualidade e preços baixos. Neste cenário, conhecer melhor o cliente é um diferencial que ajuda a alavancar suas vendas.

Como a Megasul pode ajudar a sua ótica?

Por ter mais de 26 anos de experiência, a Megasul conhece o seu negócio e tem soluções que vão ajudar a sua empresa a fidelizar clientes e vender mais! Com o cartão de fidelidade, você estimula o cliente a voltar sempre, através de vantagens oferecidas e, quando ele volta, você tem a oportunidade de vender mais e fazer com que ele se mantenha fiel à sua loja. Além disso, você pode fazer convênios com empresas, garantindo que todos os colaboradores do seu parceiro utilizem o seu estabelecimento. Com um sistema 100% homologado, você estará seguro diante de qualquer alteração fiscal que ocorrer, tendo mais tranquilidade para trabalhar no dia a dia. Além disso, as soluções da Megasul oferecem ferramentas que permitem conhecer melhor o cliente, facilitando o relacionamento e uma possível recompra.

Com as soluções da Megasul você pode controlar:

– Data da compra

– Data da receita

– Previsão de entrega

– Ordem de serviço, vendedor, ametropia

– Médico e avaliação quanto a: esférico, cilíndrico, eixo, dnp, altura, adição, prisma e base

– Armação indicada e selecionada pelo cliente

E você ainda conta com:

– Ferramenta para orçamento e controle da ordem de serviço (além do histórico de receitas)

– Integração com módulos de faturamento e caixa

– Emissão de Nota Fiscal Eletrônica, Cupom Fiscal, CF-e – SAT e/ou NFC-e, sem redigitação de dados, através da captação do pedido de vendas

Com todas estas informações, você pode se relacionar de maneira mais fácil e ágil com seus clientes, podendo fazer um trabalho de pós-vendas e uma venda personalizada, com base nas informações do histórico de cadastro do cliente.

Conhecendo seu cliente, oferecendo programa de pontos (ou cartão fidelidade), fazendo convênios e, claro, tendo um ótimo atendimento, você aumenta o fluxo de clientes e o aumento do ticket médio deles. Contra a crise, aposte em gestão eficiente e atendimento diferenciado. Seus clientes vão ficar mais satisfeitos e sua ótica vai lucrar mais.

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Papel da farmácia com o idoso

20, agosto, 2015 Sem comentários

Público sênior é mais exigente e seletivo. Conseguir cativá-lo e ajudá-lo nos tratamentos pode ser também um bom negócio, pois ele é um consumidor fiel e dos mais assíduos Enquanto em 1940 os idosos no Brasil correspondiam a 4% da população brasileira, em 2025, representarão 16% do total de habitantes ou 35,4 milhões de indivíduos. Hoje, as pessoas com mais de 60 anos já correspondem a 12% do total de brasileiros. Além da representatividade numérica, esse contingente também é um importante consumidor.

Os idosos respondem, atualmente, por 20% do consumo nacional, ou seja, um quinto da renda do País passa pelas mãos desse grupo. Além disso, segundo pesquisa do Data Popular, metade das pessoas com mais de 60 anos de idade tem poupança e quase 60% usam cartão de crédito.

O setor farmacista tem à disposição um consumidor potencial muito grande. Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz e da Universidade Federal de Minas Gerais desenvolvida na região metropolitana de Belo Horizonte aponta que 72,1% dos idosos consomem medicamentos. “Em todo o mundo, as pessoas idosas usam mais os serviços médico-hospitalares e consomem mais medicamentos. Essa realidade não é diferente no Brasil”, sustenta o presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini.

De acordo com o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, mais de 80% dos idosos fazem uso diário de algum tipo de fármaco. “O produto é um poderoso processo de intervenção com o objetivo de melhorar o estado de saúde dos pacientes idosos. Vale ressaltar que um quarto dos medicamentos é prescrito para os idosos, que consomem três vezes mais medicamentos que os pacientes jovens”, revela.
De acordo com Mussolini, vários estudos internacionais de farmacoeconomia mostram que o aumento da expectativa de vida está relacionado com o desenvolvimento de medicamentos inovadores, cada vez mais eficazes e seguros.

Estudo da consultoria IMS Health – “Generic Medicines: essential contributors to the long-term health of society” – constatou que os países da Europa com maior expectativa de vida são os que mais consomem medicamentos. Segundo Mussolini, a indústria farmacêutica instalada no Brasil mapeou as necessidades de tratamento do público idoso e já oferece grande parte dos medicamentos para as doenças prevalentes nessa faixa etária. Entre eles, os produtos para o controle das doenças cardíacas, dos diversos tipos de câncer, das doenças degenerativas (como Alzheimer e Parkinson) e da diabetes.

“Atualmente, o principal objetivo dos laboratórios, além, é claro, de descobrir novos princípios ativos, é encontrar formas de tornar seus produtos mais acessíveis à população mais velha. Nesse sentido, os programas de fidelização (adesão ao tratamento) têm cumprido um papel muito importante”, pondera Mussolini.

Maior número, maior necessidade

Mas é preciso também aumentar o acesso aos tratamentos. “Essa é a grande questão. Por isso, o Sindusfarma vem defendendo há anos algumas medidas que podem ampliar significativamente o acesso da população aos medicamentos, com ênfase no segmento idoso: a redução da carga tributária incidente sobre o produto, a agilização do processo de incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS) e a modernização do modelo de regulação do mercado farmacêutico. São medidas que, além de expandir a base de consumidores, contribuiriam para diminuir as despesas das famílias e liberar recursos para o custeio da saúde pública”, acredita o presidente do Sindusfarma.

É necessário ter atenção redobrada nos tratamentos com uso de medicamentos a idosos, adverte Jorge João. “Há um aspecto importante no aumento da expectativa de vida que precisa estar no centro das atenções das autoridades brasileiras. Apesar de o medicamento ter relevância na recuperação da saúde em todas as faixas etárias, é entre os mais velhos que ele precisa de uma atenção muito especial. Os idosos necessitam de Assistência Farmacêutica plena, tanto no âmbito público, como no privado. Isso porque grande parte dos idosos faz uso de polifarmácia (uso concomitante de vários medicamentos), fato que aumenta o risco de interações medicamentosas indesejáveis, intoxicações, reações adversas, entre outros problemas que, muitas vezes, levam o paciente a buscar o médico para novas consultas, ou até são levados a hospitalizações evitáveis. Cerca de 19% das admissões hospitalares entre pacientes idosos tem origem nas reações adversas a medicamentos”, explica Jorge João.

Ele frisa ainda que, em pacientes dessa faixa etária, os efeitos tóxicos dos medicamentos podem acontecer com mais intensidade por causa da diminuição das funções hepática e renal. Associados a outros fatores, como prescrições inadequadas, não observância dos esquemas terapêuticos, alterações fisiológicas, a tendência é de que a situação de saúde do idoso se agrave.

O envelhecimento da população do Brasil forçará o País a buscar uma adequação das políticas públicas voltadas para o idoso, argumenta Jorge João. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as autoridades de saúde disponibilizem mecanismos de controle de doenças crônicas não transmissíveis que mais atacam os idosos, como as cardíacas, o diabetes e as pulmonares. A maioria das enfermidades típicas da terceira idade pode ser prevenida ou tratada com baixo custo. Medida acertada tomada pelo governo foi a distribuição gratuita de medicamentos para diabetes e hipertensão.

“Mas não basta quadruplicar o acesso aos medicamentos disponíveis. É preciso qualificar o atendimento, com a efetiva participação do farmacêutico nos procedimentos de orientação e acompanhamento dos pacientes”, salienta o presidente do CFF. “Para se ter ideia do tamanho do problema, basta dizer que, no Brasil, há aproximadamente 10 milhões de diabéticos. Desses, 50% não estão diagnosticados. Dos pacientes diagnosticados, uma grande parte não inicia o tratamento. Dos que iniciam o tratamento, muitos o abandonam. Além disso, dos pacientes em tratamento, menos de 20% alcançam um controle glicêmico adequado. Idosos, em grande parte, têm problemas crônicos e degenerativos. O farmacêutico tem papel fundamental na garantia de um envelhecimento saudável, segundo Jorge João.

“É de sua competência fazer a triagem, a prescrição, o acompanhamento terapêutico, a promoção da adesão ao tratamento, a conciliação dos medicamentos e a orientação sobre o seu uso correto, além da aferição da pressão arterial. A Assistência Farmacêutica deve estar no centro do planejamento que está sendo feito na saúde, com vistas ao bem-estar dos idosos. Estudos provam o impacto positivo da atuação clínica do farmacêutico no controle das doenças que acometem os idosos”, afirma o executivo.

Foco em prevenção

Mas além de tratar de doenças, o consumidor mais velho está preocupado em não ficar doente. “Cuidar da saúde em todas as idades é uma característica de nossa época. É o ideal sintetizado na expressão qualidade de vida. E essa preocupação naturalmente aumenta quando as pessoas envelhecem, independentemente de haver ou não uma doença associada”, observa Mussolini.
“O interessante é que os mais velhos estão procurando atividade física não apenas por prazer e saúde, mas também por vaidade, diferente de anos atrás”, acrescenta a consultora especializada em varejo farmacêutico, Silvia Osso, destacando que o treinamento funcional pode ser um verdadeiro parceiro dos idosos, pois visa desenvolver as qualidades físicas e os movimentos básicos necessários no dia a dia, como força, resistência e equilíbrio.

“Mais ativos e muito mais vaidosos, sobretudo aqueles com maior poder aquisitivo, os integrantes da terceira idade também perderam o medo de hospitais, salas de cirurgias e de agulhas e fazem de tudo para acabar com os desconfortos estéticos. A maioria quer melhorar a flacidez e retirar os excessos de pele e as rugas”, completa Silvia.

“Os idosos das classes A e B+ nessa fase da vida passam a comprar mais produtos para saúde e bem-estar, pois o restante já foi alcançado. Eles não têm mais gastos com casa, automóvel e filhos, daí podem usufruir o que melhor lhes convém. Podem se cuidar bem”, adiciona a presidente do Instituto de Estudos em Varejo (IEV), Regina Blessa, fazendo, contudo, uma observação do papel social da farmácia. “Para a população de média e baixa renda, a conversa é outra. Eles que sofreram mais do que os que trabalharam em condições melhores, e se aposentam com salários menores. Então seu padrão de consumo é outro. Essa população depende tremendamente da farmácia para remediar suas dores medianas, pois o SUS só atende aos casos mais graves ou crônicos. A farmácia torna-se o seu reduto para alguns cuidados com a saúde”, avalia Regina.

Para o presidente do Centro Internacional de Longevidade (ILC, na sigla em inglês), Alexandre Kalache, o problema é que os idosos das classes mais baixas são mais propensos a doenças crônicas e demências por conta de uma alimentação pouco saudável. “Um idoso de 70 anos, no Brasil, equivale a uma pessoa de mais de 80 anos no Canadá. Isso porque sua dieta é rica em pastas, doces e refrigerantes e pobre em frutas, legumes e vegetais, em muitos casos, ele também consumiu ou consome muito álcool. E esse público não está na lista de prioridades do governo federal. Na verdade, faltam políticas sociais para os idosos em todos os níveis de governo”, enfatiza Kalache.

Saúde preventiva ainda é pouco usual no País, segundo Kalache. “Não caminhamos na linha certa da prevenção. Evitar a doença é melhor do que tratá-la, não apenas para o bem-estar do paciente, mas como economia ao País.”

Para isso, segundo o especialista, precisaríamos mudar o enfoque que é dado hoje na saúde. “É preciso que as pessoas sejam monitoradas. Não adianta o paciente passar por uma consulta de poucos minutos com o médico. É preciso tempo para avaliá-lo. Entender como tem evoluído seu estado de saúde, fazer relações entre as queixas atuais e os tratamentos anteriores a que o paciente se submeteu”, destaca.
“O foco das universidades brasileiras ainda é a saúde do jovem adulto. Aprende-se medicina como há 40 anos, com enfoque nas infecções. Não se estudam as doenças que acometem o idoso. Outro aspecto é que a medicina brasileira cada vez mais segue o modelo norte-americano de fracionar o corpo humano nos tratamentos. É um modelo errado e mais caro. O paciente vai a diversos especialistas e cada um deles receita um remédio diferente. Não por acaso 17% do Produto Interno Bruto (PIB) americano vem do setor de saúde, com um consumo de medicamentos altíssimo. É um modelo caro e que não resolve as carências de saúde. O modo de fazer europeu é mais inteligente, focado no médico de família, o profissional conhece o paciente, acompanha seu histórico de saúde. Assim, ele não precisa recorrer com tanta frequência ao sistema de saúde. Isso explica em grande parte porque a expectativa de vida do americano é menor do que a de um europeu”, conclui Kalache.

O que está por vir

A elevação da expectativa de vida da população é uma realidade mundial e acende um sinal de alerta para um problema que vem crescendo nos últimos anos: o aumento considerável nos custos com saúde na faixa etária acima dos 60 anos. “A grande questão, atualmente, é como gerenciar uma política de saúde para uma população que vive mais a cada ano que passa. Estamos vivendo uma alteração de conceito, focada na promoção de saúde e prevenção de doenças”, pondera o diretor executivo da AxisMed, empresa de Gestão de Saúde Populacional (GSP), integrante do Grupo Telefônica, Fábio de Souza Abreu.

“Campanhas de prevenção de doenças, mudanças de hábitos comportamentais e alimentares, programas de condicionamento físico para combater o sedentarismo e a obesidade têm se mostrados bastante eficazes”, revela Abreu.

Para Kalache, não é preciso grandes orçamentos a fim de se contribuir para o bem-estar dos idosos. “Aprimorar a acessibilidade, oferecer informação e atenção já ajudam a melhorar a vida dos mais velhos. As farmácias são redutos muito frequentados pelos idosos, as empresas desse setor poderiam adotar medidas simples, como oferecer bancos de descanso ou banheiros nas lojas. Isso pode não parecer, mas faz uma diferença enorme. Realizamos um trabalho com esse público em Nova York e suas principais queixas estavam relacionadas ao fato de não terem banheiros públicos adequados às suas necessidades e pontos de descanso. Eles gostam de andar, mas precisam parar mais para descansar, muitos têm incontinência urinária. Outra questão importante é ter pessoas bem treinadas para prestar informações sobre os medicamentos, sobre a forma de seguir o tratamento. Nas farmácias brasileiras, é uma vergonha, não há quem saiba responder a um questionamento”, sublinha Kalache.

“Como entender a confusão de categorias em uma farmácia? Como lembrar aqueles pavorosos nomes dos genéricos? Como enxergar preços mínimos? E as prateleiras altas ou baixas demais?”, questiona Regina.
“Tudo parece meio óbvio, mas muitas lojas se esquecem disso na hora de fazer seus planogramas de gôndola. Canso de ver pomadas para dor nas costas na última prateleira de baixo. Se você tivesse 80 anos e não enxergasse bem, se curvaria para pegar algo lá embaixo? No varejo, se não aprendermos pelo respeito, deveremos aprender pelo interesse em fidelizar um público valioso. O idoso é o melhor cliente da farmácia. É o que mais faz visitas e o que mais vai consumir a cada ano”, enfatiza Regina.

Segundo Silvia, os idosos costumam ir, em média, duas vezes por semana à farmácia e apresentam um tíquete médio de R$ 60,00. “Isso é uma característica do idoso em vários países”, revela a analista da Nielsen, Mariana Morais. Seu ciclo de compra é mais rápido e ele vai mais vezes ao ponto de venda. Na maioria das vezes, durante a semana e no horário comercial.

Como atender bem o idoso

• Atendentes devem estar preparados para explicar a utilização dos medicamentos, escrevendo os detalhes nas embalagens, e esclarecer sobre outros produtos.
• Confiança: em geral, o idoso é fiel, escolhe uma farmácia perto de casa, faz amizade com o farmacêutico e compra sempre lá. Valorizar isso é fundamental.
• Cadastrar doentes crônicos, visando ao atendimento personalizado, é uma boa atitude.
• A disposição dos produtos nas gôndolas deve ser bem arrumada e na altura dos olhos, facilitando a busca pela loja.
• Separar por categoria os produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC) e anunciar corretamente as promoções são ações que ajudam na hora da compra.
• Desenvolver corredores sem obstáculos, de modo a facilitar a locomoção.
• Criar espaços de descanso e oferecer banheiro são atitudes simpáticas e que podem fazer a diferença.
• Os idosos não gostam de ser tratados como incapazes. Ser cortês é fundamental.

“O idoso, principalmente o de classes mais altas, apresenta o denominado consumo compensatório”, observa Silvia. “É uma forma de autorrecompensa pelos sacrifícios e economias que tiveram de fazer durante a vida enquanto tinham de trabalhar duro e criar os filhos. Para fidelizar esse cliente, o importante é caprichar no atendimento personalizado, com atenção e cuidados especiais. Cabe às farmácias aumentar a visibilidade do farmacêutico e atendentes de forma a destacar sua ajuda e capacidade de efetuar Assistência Farmacêutica de maneira cada vez mais profissionalizada”, sustenta.

“Ao lidar com um idoso, é importante ter calma e paciência. Atendentes que não sabem identificar as necessidades, que não adaptam sua linguagem e seu tom de voz e que não respeitam os mais velhos não têm vez com esses consumidores”, complementa o sócio diretor da Right at Home, empresa norte-americana de cuidados em domicílio, Eduardo Chvaicer.

Outra forma de atender bem a todos os clientes, é utilizando as soluções da Megasul. Com elas você terá mais facilidade e velocidade no atendimento, convênios com PBMS, cartão fidelidade entre outras vantagens. Entre em contato e conheça nossas soluções!

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Fonte: Guia da Farmácia

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Como Ter Clientes Satisfeitos

18, agosto, 2015 Sem comentários

Em momentos de crise e concorrência acirrada como estamos vivendo – por diversos motivos, como diminuição das vendas, elevados custos de manutenção do negócio, impostos altos, serviços públicos cada vez mais caros, menores margens de lucro e clientes mais exigentes e conhecedores de seus direitos – somos obrigados a repensar e buscar novos caminhos. Os clientes vêm buscando melhor informação e relacionamento com o seu fornecedor, em especial no mercado de varejo de autopeças, que necessita da interação com o comprador para manter o volume de vendas.

Muitas são as ferramentas utilizadas pelas empresas em busca da“Satisfação do Cliente”, mas quando o assunto é a “fidelização” a maioria não sabe o que e como fazer para atingir os resultados desejados. Muitas empresas focam em interpretar o “sentimento” das necessidades do cliente, sem sequer perguntar o que ele realmente quer. Outro ponto é que sempre focam no cliente externo e se esquecem do cliente interno, que é igualmente importante. As empresas devem manter um compromisso com estes dois públicos buscando o bom relacionamento com os fornecedores, colaboradores e consumidores, oferecendo o melhor atendimento e produtos e ouvindo o que o cliente realmente necessita através de pesquisa.

Na visão do IQA, organismo certificador focado na qualidade, para se atingir as metas e manter a qualidade do serviço e do atendimento é preciso atender a alguns pontos importantes avaliados na certificação, como:

Pesquise e analise: desenvolver e aplicar a pesquisa de satisfação com os clientes é essencial para o negócio. Quando realizadas não devem somente enfeitar a mesa ou parede da empresa, mas sim ser analisadas e os resultados trabalhados em busca da melhoria continua. Desconfie de pesquisas onde o cliente só fala que está tudo bom! Dê atenção aos clientes mais críticos, são estes que fazem sugestões e comentários que podem fazer a empresa crescer. Ter este feedback através de questionários que abordam pontos que possam avaliar com clareza o atendimento e a qualidade dos serviços é fundamental para melhorar os serviços executados e garantir a satisfação do cliente. Não fique só na pesquisa por e-mail ou pelo site, faça contato pessoal ou por telefone. Isso faz com que você tenha mais credibilidade, proximidade e melhor relacionamento com o cliente.

Qualidade no atendimento: a empresa tem que manter um bom relacionamento com o cliente, atendê-lo de forma personalizada, com qualidade, rapidez e foco nas suas necessidades.

Solução do problema: quando uma reclamação chegar, siga-a até a resolução total. Mantenha contato constante com o cliente, resolva, finalize o atendimento e mostre que você se empenhou para solucionar o caso.

Equipe qualificada: este item é crucial para o desenvolvimento do varejo de autopeças, pois os vendedores e demais membros da equipe devem conhecer muito bem os produtos que vendem para entregar certo da primeira vez, ou seja, o produto vendido tem que ser o correto e o mecânico deve aplicar a peça sem ter que voltar para troca-la, o que gera uma perda muito grande para o cliente o dono do carro. A equipe de vendas deve estar preparada com treinamentos que busquem o melhor desempenho e que primem pela qualidade.

Equipe motivada: um grupo motivado garante a qualidade do atendimento e a satisfação do cliente. É fundamental que toda a equipe, não só os vendedores, seja reconhecida e incentivada com campanhas de gratificações e incentivos. Buscar desenvolver um plano de carreira consistente e benefícios que realmente atendam às necessidades dos funcionários são ações que melhoram o clima e fazem a equipe ficar coesa e com um único foco: satisfação do cliente!

Foco no cliente: por fim, o foco da sua empresa deve ser “no cliente“, ou seja, o cliente quer ser notado, ouvido e tratado com atenção. Ele é tão importante na vida de uma empresa que precisamos lembrar de três pontos importantes no nosso dia a dia:

  • É mais fácil fidelizar do que atrair novos clientes. Este é, sem dúvida, o principal ponto de atenção para as empresas. Ação de relacionamento, aplicação de pesquisa e a busca contínua por aprimoramento do atendimento dos atuais clientes são incomparavelmente mais eficazes e baratas do que ações para conquistar novos clientes.
  • Cliente satisfeito gera mais clientes. O boca a boca é a forma mais eficiente de propagar o sucesso do seu negócio. E na era da comunicação digital e das redes sociais, nunca outro meio foi tão eficiente tanto para o bem como para o mal. Algumas pesquisas de mercado mostram que a maioria das pessoas confia e busca recomendações dos seus parceiros, amigos e familiares.
  • Qualidade: é o que o cliente fala. O que ele nos fala, efetivamente é o que ele necessita e busca do fornecedor. Aspectos como cumprimento de prazos, preços justos, atendimento diferenciado e a permanente atenção são premissas para essa satisfação. Cliente satisfeito é cliente fiel!

Lembre-se sempre! Um cliente satisfeito é garantia de propaganda positiva para a sua empresa e para os produtos que comercializa.

Outra forma de ter clientes satisfeitos é utilizar as soluções da Megasul! Com elas, seu atendimento será rápido e fácil, garantindo a satisfação dos clientes. Sem falar, que o dia a dia da sua empresa vai ficar mais organizado e você vai ter mais tempo para cuidar do que realmente importa: seus clientes. Entre em contato e conheça as soluções que a Megasul tem para a sua empresa!

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Fonte: Novo Varejo

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Procura do consumidor final por compras no atacado cresce nos últimos anos

13, agosto, 2015 Sem comentários

O Cash&Carry, popularmente conhecido como “Atacarejo” – uma palavra criada para nomear a mistura de atacado com varejo – vem ganhando cada vez mais força no setor supermercadista. Segundo a Nielsen, especialista em pesquisa de mercado, as vendas desse formato de aquisição de produtos tiveram, ao longo do primeiro semestre de 2014, um crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Enquanto os supermercados atingiram uma alta de 1,7% nas vendas e os hipermercados cerca de apenas 1%, a modalidade atacarejo praticada em estabelecimentos de comércio atacadista fechou os primeiros meses de 2014 com 3,2% de aumento, encerrando o semestre com uma receita de R$ 34 bilhões.

Para Clóvis Ferratoni, coordenador do curso superior de Tecnologia em Gestão Comercial do Centro Universitário Senac – Santo Amaro, o crescimento pela procura do atacarejo se deve, principalmente, à economia gerada por ele. “Levando em consideração o preço unitário dos produtos, uma cesta com cerca 10 itens básicos da mesma marca, incluindo materiais de limpeza e alimentos não perecíveis, sai, em média, 51% mais barata no estabelecimento que vende em quantidade”, conta.
De acordo com o professor, os números não só mostram que o atacarejo cresce a cada dia dentro deste setor, como ainda se reformula para receber um consumidor final mais exigente do que o do atacado convencional. “Embora não sejam luxuosos, esses estabelecimentos são muito eficazes do ponto de vista logístico e operacional, além de possibilitarem, principalmente, considerável economia nas compras”, afirma Ferratoni.

Segundo Ferratoni, o grande segredo para obter uma economia real, até mesmo em itens com mais impacto de custo, como carnes e embutidos, é formar grupos de compras com familiares e/ou amigos e, posteriormente, dividir as mercadorias. Outra opção é comprar em grande quantidade e estocar. “O consumidor final não precisa abrir mão dos produtos e marcas que mais gosta, como seu chocolate ou xampu preferidos. Apenas passará a comprá-los por meio de um formato diferente”, explica.

Ele ainda faz um alerta, “por mais que os atacarejos sejam lojas bem organizadas, elas foram criadas para atender, inicialmente, a outro tipo de público. É necessário aprender a comprar como um comerciante, por isso, antes de optar por esse formato de compras, avalie se ele atende ao seu perfil”. O professor Ferratoni elenca algumas dicas importantes sobre o tema:

Inicialmente, é necessário que seja criado um pequeno clube de compras composto por familiares, amigos ou vizinhos;

Depois é preciso fazer uma lista que atenda a pelo menos 75% das necessidades dos envolvidos, definindo as marcas preferidas e substitutas;

Feitas as compras, é hora de ratear o pagamento e dividir os itens em um local onde todos tenham acesso, como o salão de festas do condomínio, por exemplo;

É importante também selar um bom relacionamento com o gerente do atacarejo. Sabendo que o grupo irá nos meses seguintes, ele poderá indicar as melhores ofertas;

Vale ressaltar que neste formato de compras, o consumidor irá encontrar as mesmas marcas dos supermercados e hipermercados convencionais, porém, mais baratas.

Segundo a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados – ABAD, o setor, anteriormente considerado tradicional e conservador, vem experimentando mudanças com a entrada de marcas tradicionais. Atualmente, temos grandes atacarejos espalhados pelo país. Esta tendência também pode ser observada em outros níveis socioeconômicos, como no setor do vestuário

Seu supermercado consegue atender esta demanda? Com as soluções da Megasul Sistemas​, ele estará totalmente pronto para atender estas e outras necessidades, que vão ajudar sua empresa a lucrar mais!

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Fonte: Falando de Varejo

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Venda de Sapatos supera R$ 22 bilhões no Brasil

11, agosto, 2015 Sem comentários

Mercado de calçados é um dos mais movimentados em todo o mundo

Comprar sapatos é um hábito de consumo que não é movimentado e praticado apenas por mulheres. Segundo uma pesquisa realizada pela Fecomércio, os brasileiros em geral gastaram cerca de R$ 22 bilhões com calçados no ano de 2014.

Segundo o estudo, deste total, R$ 12 bilhões são gastos das mulheres e R$ 10 bilhões dos homens. O que comprova que as mulheres consumiram 20% a mais de sapatos.

Um exemplo deste mercado em ascensão é o do empresário Renato Kuyumjian, da Quinta Valentina, que investiu em sua própria rede de venda direta de calçados femininos. “Em 2014, formatei meu negócio e o resultado, pouco mais de um ano depois, superou todas as expectativas. A rede soma 81 unidades em operação, distribuídas por 24 estados, com faturamento estimado de R$ 10 milhões para 2015”.

No ano passado, a Quinta Valentina vendeu aproximadamente 20 mil pares de sapatos, o que equivale a R$ 5 milhões. E a empresa pretende dobrar este número em 2015 com as novas unidades. Como a venda da Quinta Valentina é realizada de porta em porta para suas clientes, a grande inovação da marca foi criar uma vitrine móvel chamada de shoe bag – nela, é possível levar de 20 a 30 pares de sapatos e expor as peças a todas as clientes por meio de prateleiras que estruturam a shoe bag.

Para compor o mostruário, a marca conta com cerca de 280 modelos de fabricação própria, renovados constantemente. Em média, cada unidade trabalha com um mix de 60 modelos, selecionados de acordo com o perfil de sua clientela. Há opções para todos os gostos, do clássico ao fashion, com tíquete médio entre R$ 189 e R$ 279.

Com o mercado em alta, é preciso estar preparado para atender todos os clientes, mantendo os estoques em dia e garantindo os lucros. E as soluções ideais você encontra na Megasul Sistemas! Entre em contato e conheça tudo o que podemos oferecer para a sua empresa!

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Fonte: Falando de Varejo

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